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		<title>O que investimentos em máquinas e em programas de liderança têm em comum?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lou Servizio, MS ]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Dec 2023 14:40:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
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<p>Muitas vezes, penso nos motivos que levam especialistas em RH a evitarem quantificar o ROI de <a href="https://joshbersin.com/2023/11/companies-have-been-neglecting-their-leadership-and-it-shows/">programas de liderança</a> ou iniciativas de cuidados no local de trabalho. Seria a falta de familiaridade com as ferramentas financeiras? Talvez.</p>



<p>Uma maneira simples de driblar isso é comparar o bem-estar de humanos à manutenção de carros. E, embora pareça uma inconsistência filosófica — afinal, como comparar um carro com uma vida? — isso é sim possível.</p>



<p>Deixando de lado as diferenças filosóficas, <strong>a boa notícia é que a mesma metodologia usada na decisão de consertar um carro é usada para decidir investir em um programa de liderança. </strong>Se pensar como um economista, é perfeitamente possível comparar os dois. O ser humano (mente e corpo) é muito mais complexo que um carro e tem muito mais peças móveis.</p>



<p>Sendo assim, enquanto um mesmo mecânico pode manter ou consertar um carro, são necessários “mecânicos” altamente especializados, com muitos anos de educação, para manter ou consertar um ser humano (mente e corpo).</p>



<p>Além disso, as partes do ser humano estão inter-relacionadas e, às vezes, nem sequer são compreendidas. Isso explica por que existem literalmente centenas de tipos de programas de liderança local de trabalho, enquanto, em contrapartida, você pode passar toda a vida levando o carro a uma única concessionária ou oficina para consertá-lo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Implementar um programa de liderança é como cuidar de uma máquina</h2>



<p>Continuemos com a analogia. Se uma peça importante do carro apresentar defeito, ele teria produtividade zero. No entanto, nos seres humanos, se um componente importante falhar (seja, por exemplo, por razões que envolvam ansiedade ou dor nas costas), outras partes continuam a funcionar como, por exemplo, a mente. Mas, com menor produtividade. Em outras palavras, o carro ou funciona ou não, enquanto alguém com ansiedade ou depressão pode parecer produtivo, mas a mente não funciona com todo seu potencial. Sem falar no impacto que provoca na gestão de equipe.</p>



<p>Assim, se pudermos admitir que os humanos têm produtividade (poucos duvidariam disso), torna-se uma questão de como medir o impacto das condições físicas e psicológicas na produtividade, e como um programa de liderança específico reduz os impactos relacionados a produtividade (absenteísmo, presenteísmo).</p>



<p><a></a>Além disso, se admitirmos que a produtividade existe, posso abusar da sorte e afirmar que pode variar de acordo com a ocupação e o setor. Portanto, <strong>se eu tivesse um banco de dados de contribuições à produtividade por país, ocupação e indústria, poderia ser bastante específico sobre o custo das condições de saúde e despesas advinhas de substituição de funcionários e quanto elas podem ser reduzidas por este programa.</strong></p>



<p id="leiamais"><strong>Leia mais: </strong><a href="https://wellcastroi.com/roi-para-cfos/"><strong>Batalhas orçamentárias e programas de bem-estar dos funcionários para 2024: mostrando o ROI aos CFOs</strong></a></p>



<h2 class="wp-block-heading">O que você deve considerar em um programa de liderança?</h2>



<p>Outra consideração é que os programas de liderança, focados em sua maior parte em aumentar a atenção plena, inteligência emocional e habilidades de liderança, impactam múltiplas condições de toda a população de funcionários (entre elas estão: doenças mentais comuns, estresse, ansiedade, depressão – associadas a esgotamento/exaustão e condições físicas que podem ser intimamente relacionadas ao risco de doença coronariana, pré-diabetes, condições musculoesqueléticas).</p>



<p><strong>Portanto, é preciso observar como o programa (no caso, da liderança) impacta os custos de produtividade de cada uma dessas condições entre os colaboradores.</strong></p>



<p>• Obviamente, há outras <strong>reduções de custos associadas</strong> a programas de liderança (por exemplo, custos médicos, rotatividade, invalidez, custos de acidentes e recrutamento e integração de contratações externas em posições de liderança), mas por enquanto me concentrei apenas na produtividade.</p>



<p>• É claro que há também um r<strong>esultado de aumento de produtividade </strong>da equipe ao impulsionar maior inteligência coletiva do grupo de indivíduos liderados, resolução eficiente de problemas, inovação e economia de custos. Mas por enquanto me concentrei apenas na produtividade inicial. (nota: o impacto positivo do programa de liderança na inteligência coletiva da equipe aconteceria se a sensibilidade social do grupo aumentasse, a distribuição da troca de turnos na conversação se tornasse melhor e a proporção de membros femininos do grupo fosse significativa como resultado deste programa).</p>



<p>Se você consegue calcular custos reduzidos, é possível calcular o ROI. <strong>Nosso site wellcastroi.com contém os cálculos financeiros específicos.</strong> Obviamente, existem outros benefícios não quantificáveis em ter funcionários mais saudáveis (mentes e corpos), como a felicidade e a realização, mas felizmente o ROI gerado apenas pelo aumento da produtividade é mais que suficiente para obter a aprovação do seu programa de liderança.</p>
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		<title>Por que é que os decisores financeiros estão relutantes em aprovar benefícios e solicitações de investimento em programas preventivos?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lou Servizio, MS ]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Nov 2023 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com meus 30 anos de experiência no cálculo do ROI de programas preventivos, às vezes penso que Donaldson Brown, que é geralmente considerado o “pai<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Com meus 30 anos de experiência no cálculo do ROI de programas preventivos, às vezes penso que Donaldson Brown, que é geralmente considerado o “pai do ROI” por desenvolver a fórmula padrão do ROI em 1915, estaria se revirando na sepultura se ele visse os <strong>vários cálculos de ROI de programas preventivos apresentados para aprovação.</strong></p>



<p>Admito que o cálculo do ROI para <a href="https://wellcastroi.com/investimento-em-programas-preventivos/">programas preventivos</a> não é dos cálculos mais fáceis. O cálculo envolve três passos:</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O primeiro passo</strong></h2>



<p>Medir os resultados na redução das condições físicas e comportamentais. Este passo é geralmente bem-feito em algumas áreas de saúde. Entretanto, tenho visto muitos casos em que a utilização do programa é confundida com resultados (por exemplo, inscrever-se numa plataforma digital realmente fez alguma coisa? Ou dar mil passos realmente reduziu as doenças coronarianas?).</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O segundo passo</strong></h2>



<p><strong>Converter esses resultados em reduções de despesas.</strong> Já vi várias tentativas muito assustadoras de fazer isso. Vejamos um exemplo simples: redução do absentismo. Se um programa preventivo reduz o número de funcionários ausentes, a redução é realmente ganho salarial ou ganho de produtividade? (Resposta: produtividade). Eu sei que o ganho salarial é muito mais simples de calcular, mas será que diretor financeiro ficará convencido disso? Os ganhos de salários devem ser convertidos em ganhos de produtividade, o que não é tão simples, a menos que se esteja familiarizado com a teoria de produtividade e os cálculos e dados necessários para fazer isso.</p>



<p>Também falta consistência no cálculo do ROI. Por que os cálculos não seguem a fórmula padrão?</p>



<p><strong>Exemplos:</strong></p>



<p>• Um caso de doença coronariana, que será evitado em três anos devido a um programa preventivo conduzido hoje, não deve considerar a inflação dos custos médicos futuros e trazido para o valor presente?</p>



<p><a></a> • O “breakeven” de um investimento num programa preventivo não é “zero”, pois o diretor financeiro poderia ter investido o dinheiro em algo mais seguro, como aplicações financeiras no tesouro. Então, o “breakeven” é realmente o retorno de um investimento no mercado financeiro.</p>



<p>• Vários programas preventivos impactam diversas condições simultaneamente. Um programa de exercício tem impacto em doenças coronarianas, <a href="https://bvsms.saude.gov.br/diabetes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">diabetes</a>, estresse e lesões osteomusculares. Os custos reduzidos associados com as três condições foram considerados?</p>



<p>• Vários programas levam anos para funcionar. Indivíduos de alto risco não evitam milagrosamente a doença coronariana em um ano. Às vezes, são necessários dois ou três anos para converter uma pessoa de risco muito alto em alto risco. Foi considerado um investimento de vários anos no programa?</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O terceiro passo</strong></h2>



<p><strong>Outra razão para a relutância dos diretores financeiros</strong> é que sempre há a suspeita de que um fornecedor nunca apresentaria um ROI negativo.</p>



<p>Resumindo: os cálculos de ROI devem seguir a fórmula padrão, incluir todas as variáveis do cálculo padrão, e ser imparciais e independentes. Consulte o nosso site para saber mais sobre o <a href="https://wellcastroi.com/calculadoras/">WELLCAST ROI©.</a> Calculamos o ROI de programas preventivos há mais de 30 anos, globalmente. <strong>Somos uma empresa independente e imparcial dos cálculos de ROI de programas preventivos. Deixe-nos tirar essa complexidade das suas mãos.</strong></p>
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		<title>Descobrindo ouro no ROI de programas preventivos: a caça ao tesouro escondido no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lou Servizio, MS ]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Sep 2023 12:29:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O antigo ditado que diz que “é melhor prevenir do que remediar” perdurou durante séculos, e por boas razões. Não é apenas mais sensato, mas também <strong>mais leve para o bolso</strong>, e interromper uma doença do combatê-la depois que ela se manifesta – e isso se aplica à saúde mental, física e ocupacional.</p>



<p>A promoção da saúde, vital para o bem-estar individual e comunitário, recebe milhares de reais do governo federal, entidades semigovernamentais, empresas, e plano de saúde. Porém, existe esta reviravolta matemática:<strong> será que esse investimento está rendendo tão generosamente quanto sugere a sabedoria antiga?</strong> É algo difícil de enxergar em um cenário fragmentado, em que se enquadra o de cuidados preventivos que, muitas vezes, parece tão claro quanto água.</p>



<p>Ademais, vale se perguntar: é realmente necessário focar no vício, nos acidentes ou nas doenças crônicas não transmissíveis, como doenças cardíacas, diabetes e saúde mental? Quem está chamando a atenção: os jovens, os idosos ou a população trabalhadora? <strong>É hora de pedir um pouco de luz sobre essa caça ao tesouro.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Empresas devem desempenhar papel no cuidado preventivo. Mas como fazer?</h2>



<p>Para cerca de 20% da população brasileira empregada em empresas, espera-se que os empregadores forneçam programas de cuidados preventivos. Faz sentido: <strong>o local de trabalho é onde você pode influenciar a maioria das pessoas. </strong>Os empregadores são, portanto, encarregados de implementar a “Sustentabilidade Humana”. E o orçamento? Bem, os empregadores assinam a conta. Em troca, eles <strong>colherão os benefícios da redução do absenteísmo, do presenteísmo, da rotatividade e da longa lista de outros benefícios econômicos</strong>. Uma oportunidade de ouro, certo? No entanto, ninguém parece encontrar o mapa do tesouro.</p>



<p><a href="https://wellcastroi.com/roi-para-cfos/">Os empregadores enfrentam a tarefa hercúlea de alocar orçamentos para cuidados preventivos</a> dos funcionários e decidir: <strong>saúde mental ou bem-estar físico? Quais programas? Quais prestadores? Quem deve implementar tais programas?</strong> É um grande quebra-cabeça, especialmente quando o RH já lida com uma lista de tarefas do tamanho de uma enciclopédia e o mercado está cheio de soluções de bem-estar que vendem ROI’s impressionantes. Os <strong>departamentos financeiros tremem</strong> perante a perspectiva de não perguntarem e não receberem respostas claras sobre qual o programa que mais bem se adapta ao seu pessoal e como justificá-lo com números.</p>



<p id="leiamais">Leia mais: <a href="https://wellcastroi.com/ingredientes-essenciais-calculo-roi-programa-de-bem-estar/">Quais são os ‘ingredientes essenciais’ para o cálculo do ROI de um programa de bem-estar?</a></p>



<p>Desse modo, cresce o apelo de descartar programas preventivos em favor de investimentos em tecnologia, com cálculo de ROI estabelecido. O resultado? Os <strong>orçamentos para cuidados preventivos permanecem modestos ou são adiados para o próximo ano fisca</strong>l. Às vezes, o programa mais barato é contratado apenas para marcar presença. E a mina de ouro da prevenção continua inexplorada. <strong>O cálculo do ROI seria a tábua de salvação para cuidados preventivos?</strong> A resposta pode ser a chave para um futuro mais saudável e rico.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Cálculo do ROI de programas preventivos</h3>



<p>Durante três décadas, a Wellcast testemunhou os ROI’s deslumbrantes de programas de cuidados preventivos em países, indústrias e organizações. <strong>Com a calculadora de ROI da Wellcast, as organizações podem definir um preço para seus programas de “melhor saúde e mentes mais felizes”. </strong>Um único cálculo e um relatório abrangente de ROI podem iluminar o caminho para a missão da sua organização de cuidar de seus funcionários. Você pode obter sua demonstração gratuita hoje. Fale conosco: <a href="https://wellcastroi.com/contato/">https://wellcastroi.com/contato/</a></p>
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		<title>Mostrando o ROI aos CFOs: batalhas orçamentárias de 2024 e programas de bem-estar dos funcionários</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lou Servizio, MS ]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Aug 2023 18:03:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[decisões orçamentárias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na complexa trama de escolhas financeiras corporativas, os CFOs encontram-se, muitas vezes, na encruzilhada entre o bem-estar dos funcionários e as decisões orçamentárias – uma<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Na complexa trama de escolhas financeiras corporativas, os <a href="https://www.dicionariofinanceiro.com/cfo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CFOs</a> encontram-se, muitas vezes, na encruzilhada entre o bem-estar dos funcionários e as decisões orçamentárias – uma esfera onde os riscos são elevados. Portanto, conhecer e considerar esses desafios é importante na hora de apresentar <a href="https://wellcastroi.com/como-apresentar-roi-de-programas-bem-estar/">programas de bem-estar</a> e seu respectivo ROI aos CFOs.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Descubra os top 3 desafios dos CFOs</h2>



<ol>
<li><strong>Mistérios do orçamento:</strong> imagine os CFOs como espécies de Sherlock Holmes modernos, enfrentando o difícil enigma de alcançar a eficária financeira dos programas de bem-estar. É como montar um quebra-cabeças sem o luxo de ter todas as peças, ou seja, sem base de dados epidemiológicos, sem taxas de eficácia de programas, sem a certeza sobre os índices de utilização etc.<br></li>



<li><strong>Pistas evasivas de ROI:</strong> assim como gatos curiosos perseguem as próprias sobras, todos os anos, CFOs embarcam em busca de evidências sobre o retorno de investimentos. É como se estivessem em busca do unicórnio pelo labirinto de dados mais contraditórios das reivindicações dos fornecedores, cada um citando um estudo científico.</li>
</ol>



<ol start="3">
<li><strong>Lei do equilíbrio:</strong> harmonizar o bem-estar com a segurança pode acabar resultando em uma decisão de investimento marginal para programas de cuidados preventivos. O objetivo é investir mais onde é possível calcular o retorno.</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading">Como mostrar o ROI aos CFOs</h2>



<p>Mostrar o ROI dos programas de bem-estar aos CFOs não é tão complexo quanto parece. O <a href="https://wellcastroi.com/calculadora-de-roi-guia-do-usuario-e-documentacao/"><u>Wellcast ROI Calculator</u><u><sup>©</sup></u></a> encontrou seu lugar na encruzilhada entre a saúde dos funcionários e os investimentos financeiros saudáveis.</p>



<p>Lançamos versões de nossas calculadoras de ROI no Brasil, EUA, Canadá, México, Austrália, África do Sul, Índia e temos o prazer de anunciar nossa mais nova versão, Wellcast Europe, que combina em uma única calculadora as principais métricas específicas de cada país por setor: abrangendo bancos de dados epidemiológicos e de produtividade, os diferentes tipos de perdas de produtividade por condição com base em estudos publicados revisados por pares, taxas de eficácia e muito mais.</p>



<p>Essa combinação resulta em uma ferramenta de fácil utilização adaptada para avaliar o ROI de iniciativas de bem-estar e saúde ocupacional. Abrangendo 31 países europeus, incluindo o Reino Unido e a Turquia, os resultados obtidos são imparciais, científicos e personalizados para cada organização específica e seus programas específicos.</p>



<p>Leia mais: <a href="https://wellcastroi.com/calculadoras/">https://wellcastroi.com/calculadoras/</a></p>
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		<title>Quais são os ingredientes essenciais para o cálculo do ROI de programa de bem-estar?</title>
		<link>https://wellcastroi.com/ingredientes-essenciais-calculo-roi-programa-de-bem-estar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Lou Servizio, MS ]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Aug 2023 14:45:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante os últimos 30 anos, vimos as calculadoras de ROI irem e virem. A maioria é são bem-intencionadas, mas são calculadoras simples que não incluem<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://wellcastroi.com/ingredientes-essenciais-calculo-roi-programa-de-bem-estar/">Quais são os ingredientes essenciais para o cálculo do ROI de programa de bem-estar?</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://wellcastroi.com">Wellcast ROI™</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Durante os últimos 30 anos, vimos as calculadoras de ROI irem e virem. A maioria é são bem-intencionadas, mas são calculadoras simples que não incluem metodologias modernas e dados críticos de Outcomes para atender aos requisitos mais rigorosos do mundo das finanças. Além disso, há uma total falta de consistência no cálculo do ROI de um programa de Wellbeing, em comparação com um investimento em programas focados em Doenças Comportamentais ou Saúde Ocupacional.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Então, quais são os requisitos essenciais de uma calculadora de ROI válida?</h2>



<p>Veja 9 “ingredientes essenciais”:</p>



<ol>
<li><strong><em>Ser consistente com a teoria financeira moderna.</em></strong> Os cálculos devem incluir as mesmas formulas utilizadas para calcular os <a href="https://wellcastroi.com/investir-em-maquinarios-e-equipamentos-e-em-programas-preventivos/">investimentos corporativos em máquinas e equipamentos</a>, abrindo uma nova fábrica ou introduzindo uma nova linha de produtos. Isso significa que devem incluir o conceito de custo de oportunidade do dinheiro e fluxos de caixa descontados.</li>



<li><strong><em>Deve incluir uma avaliação das contribuições de produtividade dos funcionários</em></strong> que trabalham para qualquer empresa, em qualquer indústria, em qualquer unidade federal, em qualquer país (esses dados são necessários para calcular melhorias no presenteísmo e absenteísmo). Observe que salário não é o mesmo que produtividade e deve ser o primeiro sinal de que o cálculo do ROI não faz sentido. Além disso, deve haver uma maneira de ajustar as contribuições de produtividade para diferenciar entre os funcionários mais produtivos e os menos produtivos na mesma indústria. Finalmente, o banco de dados de produtividade deve ser atualizado, pois as condições econômicas dos países mudam com o tempo. Resumindo, o fornecedor de dados econômicos deve incluir economistas profissionais.</li>



<li><strong><em>Deve medir resultados/Outcomes reais.</em></strong> Simplesmente dizer que os usuários do programa tiveram uma experiência agradável, ou caminharam 1.000 passos, ou estão cuidando de sua dieta, ou fazendo cursos de ioga dificilmente são resultados. Os resultados/Outcomes devem ter um impacto específico em fatores de risco fisiológicos mensuráveis, como pressão arterial ou glicose, ou número de horas dormidas, ou menos ansiedade, ou menos dor nas costas, ou menos absenteísmo e presenteísmo, ou menos <a href="https://ourworldindata.org/covid-hospitalizations" target="_blank" rel="noreferrer noopener">internações hospitalares por Covid</a> etc.</li>



<li><strong><em>Deve converter os resultados/Outcomes para resultados financeiros.</em></strong> Dizer que um programa reduziu a pressão arterial ainda não é útil para Diretor Financeiro que deve decidir se deve aprovar um programa. A redução da pressão arterial deve ser convertida para menos infartos, o que deve estar associado com menores custos médicos e absenteísmo, que então devem ser adicionados às outras economias do programa. Em seguida, deve-se determinar em que ano essas economias ocorrerão, e depois descontar ao valor presente do dinheiro. Finalmente, deve-se considerar que o Diretor Financeiro poderia ter investido recursos em investimentos alternativos mais seguros (isso é considerar o “custo de oportunidade do dinheiro”).</li>



<li><strong><em>Deve considerar todas as doenças impactadas pelo programa. </em></strong>Os programas de prevenção raramente afetam apenas uma condição. Um programa de exercícios pode impactar doenças coronarianas, diabetes, ansiedade, estresse e condições musculoesqueléticas. Além disso, o impacto em uma condição pode ser quase imediato, como no caso do estresse, ou levar meses ou anos para mostrar resultados, como em situações que envolvam doença cardiovascular, por exemplo. Assim, a Calculadora de ROI deve ser capaz de capturar as economias à medida que ocorrem e converter as economias em diferentes períodos, no dinheiro atual, antes de converter em um ROI.</li>



<li><strong><em>Deve medir o impacto de um ROI negativo gerado pelos dependentes.</em></strong> Alguns programas são oferecidos aos dependentes. Sim, em alguns países onde a redução dos prêmios de plano de saúde é considerada importante, um programa aplicado a dependentes pode resultar em alguma poupança mas, de um modo geral, o ROI é negativo. A extensão de um programa para dependentes deve ser eliminada? Claro que não! Mas o ROI negativo da extensão de um programa aos dependentes deve ser subtraído do ROI positivo dos funcionários para gerar um ROI líquido.</li>



<li><strong><em>Deve ser independente e imparcial. </em></strong>Os números, às vezes, são cruéis. Se um fornecedor fixou o preço de seus produtos muito alto em comparação com os resultados financeiros entregues, deve-se falar sobre isso às claras. Simplesmente adicionar coisas como “aumento da felicidade” ou outros benefícios de “valor agregado” como atitude aprimorada em relação aos resultados de um programa não atende aos critérios de aprovação para os Diretores Financeiros. Os provedores de programas devem ser responsabilizados por seus resultados e como eles são medidos. Os gerentes de RH e benefícios têm a opção apenas de “cumprir tabela” e fornecer um programa com o menor custo, sem nenhuma medição de resultados, além de estatísticas vagas e sem sentido dos resultados do programa, ou “chamar a responsabilidade sobre si mesmos” e aprenderem como fazer perguntas-chave sobre os resultados/Outcomes.</li>



<li><strong><em>Deve oferecer treinamento e suporte sobre os cálculos de ROI. </em></strong>Temos que evitar “caixas pretas” ao calcular o ROI e estarmos cientes de que a maioria do pessoal de RH e gerentes de benefícios não estudaram teoria financeira. Portanto, o provedor de cálculos de ROI tem a obrigação de treinar os profissionais de RH e Benefícios e apoiá-las na obtenção de aprovação orçamentária dos programas.</li>



<li><strong><em>Deve cumprir as Leis de Proteção de Dados Pessoais e Privacidade de cada país.</em></strong> Nos últimos anos a proteção de dados pessoais de saúde dos usuários esteve, e continua, em foco. Uma calculadora ROI deve ser capaz de gerar ROIs de programas de prevenção em saúde e bem-estar sem coletar dados sensíveis.</li>
</ol>



<p>Para mais informações, continue a leitura em nosso site <a href="http://www.wellcastroi.com/">www.wellcastroi.com</a></p>
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		<title>O que os investimentos em máquinas e equipamentos e os programas de prevenção de doenças têm em comum?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lou Servizio, MS ]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Mar 2023 11:00:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[investimento em programas de prevenção]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Muitos profissionais do setor têm dúvidas sobre o tema e o valor de calcular o ROI de programas preventivos. Por que motivo os departamentos de RH e os médicos não quantificam o <a href="https://wellcastroi.com/como-apresentar-roi-de-programas-bem-estar/">ROI dos investimentos em programas de prevenção</a>? <strong>Hoje isso é um verdadeiro mistério. </strong>Seria apenas uma questão de não conhecer ferramentas de cálculo financeiro durante sua formação acadêmica? Muito provável. Será que a comparação entre a manutenção de um carro e a do corpo humano é filosoficamente inconsistente? Carro é carro e reduzir a pressão arterial, por exemplo, ajuda a salvar uma vida humana. Será que é possível comparar um carro com uma vida? A princípio sim.</p>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://wellcastroi.com/como-converter-programas-bem-estar-em-investimentos/">Como converter programas de bem-estar em investimentos?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Cuidar de programas preventivos é como cuidar de máquinas</h2>



<p>Temos que entender que, nos dias de hoje, <strong>é difícil aprovar programas de prevenção sem algum tipo de cálculo de ROI. </strong>Mas a boa notícia – ela sempre vem – é que a mesma metodologia usada para consertar ou manter um carro é usada para investir em programas de prevenção. Na minha opinião, é perfeitamente possível comparar as duas coisas. O corpo humano é muito mais complexo do que um carro – todos nós sabemos disso – com muito mais partes móveis. <strong>Enquanto um mecânico pode consertar um carro, são necessários muitos “mecânicos especializados”, com muitos anos de formação, para consertar um corpo humano.</strong></p>



<p>Além disso, as partes do corpo humano estão inter-relacionadas e, às vezes, não são muito compreendidas. Taí a explicação do porquê há centenas de tipos de programas de prevenção em comparação com o fato de levar seu carro a uma única oficina para consertá-lo. <strong>Cada programa de prevenção “conserta” uma ou mais partes do corpo, deixando outras partes para sobreviver por conta própria. </strong>Mas fique tranquilo que a analogia continua por aqui. Eu explico.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Considerando as diferenças entre a manutenção de um carro e o corpo?</h3>



<p>Se uma peça importante do carro der defeito, o carro para. Não há dúvidas. Sua produtividade zera. Já com os seres humanos, <strong>se um componente importante falhar (digamos que a pessoa sente dor nas costas), outras partes continuam funcionando (a mente segue trabalhando, mas menos produtiva).</strong></p>



<p>Com o carro, ou funciona ou não, enquanto alguém com ansiedade ou depressão dá a aparência de produtividade, mas a mente não funciona em todos os “cilindros”, gerando <strong>menos produtividade. </strong>É matemático.</p>



<p>Se admitirmos que o ser humano tem produtividade – poucos duvidariam disso – torna-se uma questão de <strong>como medir o impacto das condições físicas e psicológicas na produtividade</strong>, e como um programa específico de prevenção impacta na redução da produtividade. Daí a importância do programa de prevenção bem calculado.</p>



<p>Além disso, se alguém admite que a produtividade existe, posso muito bem afirmar que a produtividade varia de acordo com a ocupação e a indústria. Portanto, se eu tivesse um banco de dados de contribuições de produtividade por ocupação e setor, poderia ser bastante específico sobre o <strong>custo das condições e quanto elas podem ser reduzidas pelos programas.</strong></p>



<p>Outra consideração é que, enquanto alguns programas se concentram em uma única condição &#8211; como vacinas contra Covid-19 -, outros programas como atividades físicas &#8211; impactam várias condições (CHD, Diabetes, Osteomuscular).</p>



<p>Por isso que pode-se afirmar que <strong>exercícios impactam nos custos de produtividade de cada uma dessas três doenças. </strong>É claro que existem outras reduções de custo associadas a programas de prevenção (por exemplo, despesas médicas, rotatividade, afastamentos, e acidentes), mas por enquanto, o <strong>papo aqui se concentra em produtividade.</strong></p>



<p>Vamos então às conclusões: Uma vez que se pode calcular os custos reduzidos, é possível calcular o ROI. <strong>Em nosso site disponibilizados os cálculos financeiros específicos. </strong>A gente sabe que há outros benefícios não quantificáveis de ter corpos e mentes saudáveis, como a felicidade e a realização, mas felizmente, o ROI gerado apenas pelo aumento da produtividade é mais do que suficiente para seguir com a aprovação dos programas.</p>
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		<title>O que a teoria moderna de gerenciamento de portfólio financeiro tem em comum com os investimentos corporativos em programas de prevenção?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lou Servizio, MS ]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Mar 2023 12:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Já criei diversos conteúdos em blogs e postagens sobre como calcular o ROI de programas de prevenção. Mas agora acho interessante dar um passo atrás,<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Já criei diversos conteúdos em blogs e postagens sobre como calcular o ROI de programas de prevenção. Mas agora acho interessante dar um passo atrás, trazendo uma <a href="https://wellcastroi.com/planejamento-estrategico-programas-saude-e-bem-estar/"><u>visão mais ampla, até </u><u>estrat</u><u>é</u><u>gica, dos programas de prevençã</u><u>o.</u></a></p>



<p>Olhando para o grupo de funcionários como um todo, <strong>geralmente as empresas oferecem uma variedade de programas, alguns com resultados de efetividade (e retorno financeiro) de longo prazo, e outros com efetividade e resultados de médio e curto prazo.</strong> E cada programa tem um nivel diferente de risco de sucesso. É exatamente isso que fazemos na criação de um portfolio financiero, incluindo investimentos que geram ROI a longo, medio, e a curto prazo. Cada investimento tambem tem um risco diferente. A ideia é de criar um <strong>portfolio financeiro que gera o melhor ROI com o menor risco.</strong> Nós, no mundo financeiro, chamamos isso de um “porfolio eficiente”. Não podemos aplicar essa teoria a um portfolio de investimentos em programas preventivos?</p>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://wellcastroi.com/como-calcular-economia-custos-de-produtividade-gerada-por-programa/">Como quantificar a economia de custos de produtividade gerada por programas de bem-estar?</a><br></p>



<h2 class="wp-block-heading">Segue aqui um exemplo interessante para você</h2>



<p>Vamos voltar um pouco no tempo e lembrar do mundo antes da Covid-19. Ficamos satisfeitos com nossos programas de prevenção de doenças coronarianas, diabetes, a busca pelo fim do tabagismo e maternidade de alto risco.</p>



<p>Sim, tivemos uma pitada de EAP (Programa de Apoio ao Empregado) e programas de redução de estresse. Eis então que surge a Covid-19 e, de repente, nos concentramos quase exclusivamente nos <strong>programas que lidam com problemas psicológicos </strong>(algumas empresas até tinham uma combinação de EAP, Novas Plataformas Comportamentais Digitais (com pouca medição de eficácia), suporte psicológica remota, e uma variedade de programas de redução de estresse – era o que americanos chamam de “Shoot, Ready, Aim Approach” que, em tradução livre, seria o equivalente a “Atirar, Preparar, Apontar”. Nós nem sequer ouviamos mais sobre as já conhecidas doenças físicas, já que elas “desapareceram” quase que de repente.</p>



<p>Depois vieram as <strong>vacinas contra a Covid-19</strong> e elas rapidamente tornaram-se – com razão – prioridade. Mas, repentinamente, doenças cardíacas congênitas e diabetes, por exemplo, começaram a ressurgir, assim como problemas como poliomielite, dengue e meningite. E isso tudo sem que a Covid-19 e suas variantes dessem descanso.</p>



<p>Foi a partir disso que iniciou-se uma <strong>corrida por portfólios equilibrados de programas preventivos</strong>. Como se a mentalidade “alcance o lucro hoje, não deixe para amanhã” fosse a única que valesse. Mas essa não é uma visão estratégica de longo prazo na prevenção de doenças e condições comportamentais.</p>



<p>E isso porque, com tal mentalidade, é praticamente impossível criar um portfólio equilibrado para programas de prevenção. Se você deseja mudar essa realidade, entre em contato conosco para entender como é possível que isso seja feito da melhor maneira. <a href="http://www.wellcastroi.com/">www.wellcastroi.com</a>.</p>
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		<title>Programas de vacinação: como as empresas devem considerar o ROI ao implantá-los?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lou Servizio, MS ]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Feb 2023 11:32:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O cálculo do ROI de programas de vacinação deve considerar os impactos de curto (táticos) e/ou de longo prazos (estratégicos) na redução de custos da<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O cálculo do <a href="https://wellcastroi.com/aprovacao-para-orcamentos-de-programas-de-bem-estar/">ROI</a> de programas de vacinação deve considerar os <strong>impactos de curto (táticos) e/ou de longo prazos (estratégicos) na redução de custos da empresa</strong>. Também deve considerar se os dependentes estão incluídos no programa.</p>



<p>Mesmo que as doenças entre dependentes não costumam gerar perdas de produtividade para o empregador, o funcionário fica vulnerável a contrair uma doença de um dependente ou até mesmo se ausenta do trabalho para cuidar dos dependentes.</p>



<p>Sem contar que na maioria dos países considera-se que doenças entre dependentes também impactam em aumentos dos prêmios de saúde.</p>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://wellcastroi.com/calcular-roi-programas-de-vacinacao/">Como fazer o cálculo de ROI de programas de vacinação</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">A realidade dos programas de vacinação nas empresas</h2>



<p>Inicialmente pensei que a <strong>vacinação contra Covid-19</strong> era um programa de curto prazo. No entanto, com a associação da infecção com <a href="https://www.cpqrr.fiocruz.br/pg/pesquisa-avalia-sindrome-da-covid-longa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Covid longa</a> e a condições neurológicas, minha percepção se modificou, já que ambas as condições podem ter um impacto a longo prazo.</p>



<p>Esse exemplo elucida como a realidade dos programas de vacina pode se transformar em pouco tempo, o que demanda atenção por parte dos gestores de saúde.</p>



<p>Outro exemplo pode ser dado com o <strong>HPV</strong>. A infecção por esse tipo de vírus tem sido associada a cânceres que levam anos para se desenvolverem. Portanto, se um empregador tiver uma rotatividade baixa e oferecer a vacina contra o HPV, muito possivelmente estará evitando custos a longo prazo.</p>



<p>Ainda no caso do HPV, os cânceres associados ao vírus são muito mais prevalentes entre mulheres do que entre homens, o que faz com que um programa de vacinação contra HPV seja muito mais relevante em setores dominados pelo público feminino.</p>



<p>As vacinas contra a poliomielite e meningite têm considerações semelhantes no que diz respeito a impactos em determinada população, uma vez que adultos menos atingidos pela doença do que crianças e adolescentes. Em contrapartida, o <strong>absenteísmo e o presenteísmo</strong> podem se tornar evidentes caso um colaborador adulto tenha algum dependente menor que desenvolva tais doenças.</p>



<p>É possível considerar, ainda, casos em que os empregadores tenham um <strong>número considerável de expatriados ou funcionários que viajam para países menos desenvolvidos</strong>. Nessas situações, pacotes de vacinas que incluam proteção contra Chikungunya, Dengue, Febre Amarela, Hepatites e outras doenças deve ser considerado uma medida padrão.</p>



<h3 class="wp-block-heading">A boa notícia no cálculo do ROI das vacinas</h3>



<p>É verdade que são muitas as <strong>considerações no cálculo de ROI de cada tipo de vacina.</strong> No entanto, a boa notícia é que é mais fácil calcular a taxa de eficácia e o custo do investimento em vacinas do que se imagina.</p>



<p>Ao contrário de outros programas preventivos, como o de gestão de colaboradores de alto risco (pois existem dezenas de programas preventivos cada um com efetividade que pode variar muito), a <strong>efetividade da vacina já foi muito avaliada</strong>, especialmente a efetividade da vacina em evitando casos que resultam em estadias no UTI, versus hospitalização, versus casos leves (cada caso tem custos muito diferentes de um para o outro em termos de absenteísmo, presenteísmo, e o impacto no prêmio de saúde ou custos médicos). A efetividade também considerar o número de doses administrados a população, pois isso impacta a distribuição de casos.</p>



<p>O outro variável no cálculo do ROI, o custo do investimento de vacina, também é muito simples de calcular pois só inclui o custo da vacina e a gestão vacinal.</p>



<p>Se interessou por esse conteúdo, visite nosso blog para obter mais informações sobre ROI e programas de prevenção: <a href="http://www.welcastroi.com/">www.welcastroi.com</a></p>
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		<title>Planejamento estratégico para programas de saúde e bem-estar: por que ele é necessário?</title>
		<link>https://wellcastroi.com/planejamento-estrategico-programas-saude-e-bem-estar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Lou Servizio, MS ]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Oct 2022 11:41:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nos últimos 25 anos em que venho oferecendo apoio a empresas no cálculo do ROI para seus programas de saúde e bem-estar, tenho me surpreendido<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Nos últimos 25 anos em que venho oferecendo apoio a empresas no cálculo do ROI para seus programas de saúde e bem-estar, tenho me surpreendido constantemente com a maneira como tais programas vêm sendo selecionados e implementados, com pouco planejamento estratégico.</p>



<p><strong>Enquanto a maior parte dos departamentos internos desenvolve um plano estratégico para seus projetos e áreas</strong>, sejam elas de Operações, Fabricação, Comercial ou até mesmo planos de expansão, <strong>é raro ver um plano estratégico de programas de prevenção, ou de saúde e bem-estar, que sejam elaborados pelo RH ou departamentos de Benefícios e Medicina Ocupacional</strong>, por exemplo, que levem em conta estratégias elaboradas com o objetivo de alcançar um alvo – que no caso seria o de prevenir lesões e condições físicas, comportamentais e ocupacionais.</p>



<p>Sabe qual o resultado disso? <strong>A dificuldade de aprovar os programas apresentados</strong>, uma vez que quando eles chegam aos departamentos administrativo e/ou financeiros as perguntas mais frequentes – que teriam sido respondidas por um planejamento estratégico – são:</p>



<ul><li>Quais doenças e condições comportamentais tem ou vão ter a maior prevalência <strong>agora e no futuro considerando a rotatividade dos funcionários?</strong></li><li>Se existem muitos tipos de condições físicas e de comportamento, <strong>quais tem o maior impacto nos nossos custos internos</strong> (produtividade, rotatividade, afastamentos, acidentes, e prêmio do plano de saúde)?</li><li>Como devemos equilibrar o número de programas focados em <strong>condições físicos com programas focados em condições comportamentais</strong>?</li><li>Como devemos equilibrar programas que geram <strong>resultados rapidamente </strong>(para funcionários com alta rotatividade) com programas que<strong> geram resultados ao longo prazo </strong>(para funcionários com baixa rotatividade)?</li><li>Considerando que há muitos programas de prevenção, <strong>quais os critérios usados para a escolha que está apresentando</strong>?</li><li>Assumindo que <strong>um único programa impacta várias doenças ou condições, como mensurar o impacto de cada uma delas</strong>?</li><li><strong>Qual o ROI e a Taxa Interna de Retorno</strong> de cada programa de prevenção?</li><li>Quem são os <strong>funcionários-alvo</strong>?</li><li><strong>Qual a taxa mínima de engajamento e efetividade</strong> para que o investimento atinge o break-even?</li><li>Como será possível <strong>medir o sucesso</strong> do programa implementado?</li></ul>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://wellcastroi.com/como-apresentar-roi-de-programas-bem-estar/">Como explicar e apresentar o ROI de programas de bem-estar para obter aprovação</a></p>



<p>Todas essas questões exemplificam a <strong>complexidade que uma apresentação de projeto sem planejamento estratégico pode representar</strong>. Por isso, nos parágrafos seguintes, explicarei como trabalhar uma abordagem teórica de tal planejamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>3 passos para elaborar um planejamento estratégico e obter a aprovação de programas</strong></h2>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Primeiro passo: identificando problemas e como resolvê-los</strong></h4>



<p>Primeiramente, é preciso identificar as principais condições de saúde ou doenças por meio da análise de fatores de riscos reais ou esperados – ou taxas de prevalência. Em seguida, é necessário quantificar os custos associados à incidência (custos internos ou econômicos, como perdas de produtividade, rotatividade, invalidez/sinistro, impacto no prêmio, custo de acidentes etc.). Depois, é preciso criar uma lista abrangente de programas potenciais focados nas principais condições e/ou doenças identificadas.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Passo 2: seleção da melhor opção com ajuda do ROI</strong></h4>



<p>Dado o primeiro passo, chega o momento de comparar os programas com base no ROI <a href="https://wellcastroi.com/calculadora-de-roi-guia-do-usuario-e-documentacao/">(as simulações de WELLCAST ROI<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/2122.png" alt="™" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a> são executadas com vários cenários de preço, participação e taxas de eficácia para determinar os respectivos ROIs). Posteriormente, é preciso selecionar os programas com base nos resultados das simulações, o que faz com que a lista original seja reduzida e os programas específicos sejam escolhidos para cada condição ou doença. Neste ponto, vale observar que WELLCAST ROI<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/2122.png" alt="™" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> prioriza programas que sejam capazes de impactar várias doenças, contabilizando um efeito cumulativo.</p>



<p>Depois, é necessário obter a aprovação do programa com base no ROI e identificar quem irá conduzi-lo, seja pessoal interno ou fornecedor terceirizado. Feito isso, será preciso ainda preparar e comunizar campanhas com objetivo de engajar o público-alvo identificado a participar do programa.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Passo 3: implementação e análise do programa</strong></h4>



<p><a></a> Com todas as etapas acima concluídas, é hora de implementar o programa e medir o progresso na redução de fatores de risco ou incidência de doenças/condições.</p>



<p>Com isso em mente, é possível, por exemplo, <a href="https://wellcastroi.com/como-converter-programas-bem-estar-em-investimentos/">converter fatores de risco em termos monetários (ROI).</a> Assim é possível realizar, periodicamente, análises de variação comparando as reduções reais com as expectativas do plano e, em seguida, converter as variações em termos monetários.</p>



<p>Desse modo será possível fornecer feedback aos gestores e colaboradores com os dados gerados e entender melhor como avançar com os programas de prevenção. Para ver mais detalhes sobre ROI, continue a leitura no nosso site: <a href="http://www.wellcastroi.com/">www.wellcastroi.com</a></p>
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		<title>Os Desafios e Oportunidades das Plataformas Digitais Comportamentais &#8211; Eles Resultam em ROI Positivo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lou Servizio, MS ]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Oct 2022 14:32:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante o 20º Congresso Brasileiro de Qualidade de Vida, realizado entre os dias 04 e 05 de outubro de 2022, Lou Servizio palestrou sobre o<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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<p>Durante o 20º Congresso Brasileiro de Qualidade de Vida, realizado entre os dias 04 e 05 de outubro de 2022, Lou Servizio palestrou sobre o tema: Os Desafios e Oportunidades das Plataformas Digitais Comportamentais &#8211; Eles Resultam em ROI Positivo? Se você tem interesse nas diferenças entre os Programas de Assistência ao Empregado e as Plataformas Digitais de aconselhamento, e deseja saber como integrá-los e obter resultados positivos para as empresas, <a href="https://wellcastroi.com/wp-content/uploads/2022/10/os_desafios_e_oportunidades_de_plataforms_digitais_comportamentais_resultam_em_roi_positivo.pdf">baixe o conteúdo integral da palestra.</a></p>
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